STEPHANES RECHAÇA FALA DE LULA SOBRE ENFORCAMENTO E EXIGE PUNIÇÃO RIGOROSA CONTRA INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA

O deputado federal Reinhold Stephanes Junior (PL-PR) manifestou profunda indignação e repudiou veementemente as recentes declarações de Luiz Inácio Lula da Silva, que sugeriu que o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro mereciam o enforcamento, comparando-os a traidores históricos. Para Stephanes, a fala do chefe do Executivo ultrapassa todos os limites do debate democrático e configura clara apologia ao crime e incitação à violência física contra opositores políticos.


“É absolutamente inaceitável que o presidente da República utilize um palanque oficial para flertar com a barbárie e sugerir a morte por enforcamento de parlamentares legitimamente eleitos. Isso não é retórica política; é defesa e promoção do crime”, disparou Reinhold Stephanes.


As falas de Lula ocorreram após os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro buscarem apoio internacional e se reunirem com autoridades e lideranças estrangeiras, como o presidente americano Donald Trump, para denunciar o avanço do autoritarismo e as violações de direitos fundamentais que vêm ocorrendo no Brasil. Em resposta, Lula classificou-os como “traidores da pátria” e evocou a execução por enforcamento, gerando imediata reação da oposição.


O deputado paranaense apontou ainda uma grave inversão de prioridades na segurança pública, criticando a postura do governo federal em se opor à classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Para Stephanes, ao rejeitar o enquadramento de facções criminosas violentas nessa categoria, o atual mandatário adota uma postura de condescendência que, na prática, enfraquece o combate ao crime organizado e protege grupos que espalham o terror pelo país.


Stephanes manifestou total apoio à iniciativa do senador Flávio Bolsonaro de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) contra o petista. O deputado paranaense defende que as instituições e o Judiciário ajam com o mesmo rigor adotado contra cidadãos conservadores, aplicando as sanções previstas na legislação brasileira para crimes de ódio e ameaças proferidas contra autoridades públicas.


“Se um parlamentar de direita fizesse uma insinuação parecida sobre um membro da esquerda, seria cassado ou preso imediatamente. Exigimos isonomia. O Brasil não pode normalizar o ódio destilado pelo atual governo contra quem pensa diferente”, concluiu o deputado, reafirmando seu compromisso de atuar no Congresso contra qualquer tentativa de intimidação à oposição legítima.

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