Para o parlamentar, tecnologia deve estar a serviço da população, tornando a administração pública mais ágil, integrada e próxima das necessidades reais dos cidadãos
Falar em cidades inteligentes não significa apenas pensar em tecnologia, aplicativos ou sistemas digitais. Para o deputado federal Santin Roveda, o conceito precisa estar diretamente ligado à capacidade da administração pública de entregar serviços mais eficientes, melhorar a mobilidade urbana, fortalecer a segurança e ampliar a qualidade de vida da população.
Segundo Roveda, uma cidade inteligente é aquela que utiliza informação, planejamento e integração entre setores para resolver problemas concretos do dia a dia. Isso inclui desde a organização do trânsito e da sinalização viária até o uso de dados para orientar políticas públicas, reduzir desperdícios, agilizar atendimentos e tornar os serviços mais acessíveis ao cidadão.
“Cidade inteligente é aquela que funciona melhor para as pessoas. A tecnologia é uma ferramenta importante, mas o objetivo principal deve ser melhorar a vida da população, com serviços públicos mais eficientes, mobilidade mais segura e decisões baseadas em planejamento”, destaca Santin Roveda.
Na área da mobilidade, o avanço de soluções inteligentes permite melhorar o fluxo nas vias, ampliar a segurança de motoristas e pedestres, qualificar a sinalização e apoiar os municípios na organização do trânsito. Para Roveda, esse é um dos pontos centrais da administração pública moderna, especialmente em cidades que enfrentam crescimento urbano acelerado.
Outro eixo importante é a segurança. Com sistemas integrados, monitoramento, gestão de dados e atuação coordenada entre órgãos públicos, é possível ampliar a capacidade de resposta do poder público e criar ambientes urbanos mais seguros. A modernização da gestão também contribui para ações preventivas, reduzindo riscos e melhorando a proteção da população.
Santin Roveda também ressalta que cidades inteligentes precisam ser pensadas de forma inclusiva. Para o deputado federal, a inovação deve chegar aos grandes centros, mas também aos municípios menores, que muitas vezes enfrentam dificuldades técnicas e financeiras para modernizar seus serviços.
“Não existe cidade inteligente sem gestão eficiente. O poder público precisa usar melhor seus recursos, integrar informações e transformar planejamento em resultado. Quando a administração funciona melhor, quem ganha é o cidadão”, afirma.
A defesa de Santin Roveda é por uma administração pública mais moderna, responsável e conectada com as demandas reais dos municípios. Para ele, investir em cidades inteligentes é investir em eficiência, segurança, mobilidade e qualidade de vida, sempre com foco em resultados concretos para a população.

Foto: Assessoria
