O Deputado Estadual Luís Corti (PSD), participa nesta terça-feira do SIAVS – Salão Internacional de Proteína Animal, promovido pela ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal.
Este é o maior evento das cadeias produtivas no Brasil, e reúne a avicultura, a bovinocultura, a suinocultura e o setor de peixes de cultivo em um único grande evento, promovendo um encontro de especialistas, inovadores e líderes do setor agroindustrial, gerando oportunidades de negócios e avanços tecnológicos para participantes de todo o mundo.
Realizado no Distrito Anhembi, o Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS) 2026 reunirá, durante três dias, produtores, empresários, executivos, pesquisadores e representantes de diversos países para discutir os desafios e as oportunidades que moldarão o futuro do setor, além de promover negócios e networking de alto nível.
A solenidade reuniu autoridades federais e estaduais em reconhecimento à importância estratégica da proteína animal para o Brasil e para o abastecimento mundial de alimentos.
Neste contexto, o deputado Luís Corti foi convidado para detalhar a Lei nº 22.953/2025, de sua autoria, que autoriza o credenciamento de empresas privadas para realizar a inspeção sanitária e industrial em estabelecimentos que processam produtos de origem animal. A medida busca atender à expansão da agroindústria paranaense e dar mais agilidade ao sistema de fiscalização.
Com a regulamentação, empresas privadas poderão atuar no Sistema de Inspeção Municipal e no Sistema de Inspeção do Paraná. A legislação também se integra à Portaria nº 861/2025 do Ministério da Agricultura, que permite o credenciamento para atuação no Serviço de Inspeção Federal. A expectativa é que o modelo adotado no Paraná possa servir de referência para outros estados e fortalecer a competitividade do setor.
À tarde, o deputado participa da sessão plenária da ALESP, a convite do deputado Conte Lopes, e de audiência na Secretaria da Agricultura com o secretário-executivo Diogenes Kassaoka, com quem vai tratar sobre a Lei nº 22.765, que proíbe a reidratação do leite em pó importado no Estado do Paraná e já foi implantada em outros cinco estados. O objetivo é orientar o Governo Paulista sobre a importância do projeto para a cadeia produtiva e discutir a possibilidade de o Estado também impedir, por lei, a reidratação do leite importado, a exemplo dos demais estados.

Foto: Assessoria
