O ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro e ex-deputado estadual Álvaro Lins voltou a defender a convocação imediata dos candidatos aprovados no concurso da instituição. Para ele, o momento é favorável para que o Governo do Estado avance na recomposição do efetivo, diante da necessidade operacional da corporação e dos avanços administrativos já conquistados.
Segundo levantamento apresentado pelo movimento em defesa dos aprovados, a Polícia Civil do Rio de Janeiro enfrenta atualmente um déficit superior a 50% no efetivo, cenário que impacta diretamente a capacidade de investigação e o atendimento à população.
Entre os fatores que fortalecem a possibilidade da convocação estão o pagamento da primeira parcela do PROPAG, o parecer favorável à convocação e o reconhecimento da regularidade da unificação prevista na Lei nº 11.003/2025, sem apontamentos pelos órgãos competentes.
Outro dado destacado é que 1.177 candidatos já concluíram todas as etapas do concurso público, incluindo provas objetiva e física, avaliação psicológica, exames médicos e entrega da documentação, restando apenas o início do curso de formação na Academia Estadual de Polícia (ACADEPOL).
Para Álvaro Lins, investir na recomposição do quadro de policiais civis é investir diretamente na segurança da população fluminense.
“A Polícia Civil precisa de efetivo para cumprir sua missão constitucional de investigar, combater o crime e proteger a sociedade. Hoje existem profissionais aprovados, preparados e aptos para iniciar a formação. A convocação desses candidatos representa uma medida responsável, necessária e estratégica para fortalecer a segurança pública do nosso Estado”, afirma Álvaro Lins.
O ex-chefe da Polícia Civil ressalta ainda que a reposição do efetivo é uma das formas mais rápidas de ampliar a capacidade operacional da instituição, permitindo melhores condições de trabalho aos policiais e maior eficiência nas investigações.
“A sociedade espera respostas concretas na área da segurança pública. Reforçar a Polícia Civil significa fortalecer o combate ao crime organizado, reduzir a sobrecarga dos servidores e oferecer um serviço mais eficiente à população. Convocar os aprovados é cumprir um compromisso com o Rio de Janeiro”, conclui Álvaro Lins.

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