O Brasil caiu da 58ª para a 65ª posição no Ranking Mundial de Competitividade 2026, elaborado pelo IMD World Competitiveness Center em parceria com a Fundação Dom Cabral. Entre as 70 economias avaliadas, o país passou a figurar entre os seis últimos colocados do levantamento, evidenciando os desafios para ampliar sua capacidade de atrair investimentos e gerar crescimento sustentável.

O estudo aponta piora nos quatro eixos analisados: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura. Entre os fatores que mais impactaram o resultado estão o elevado custo do crédito, os desafios na educação, a baixa produtividade e as dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo.

Para o deputado federal Santin Roveda, o levantamento deve servir de alerta para que o país priorize medidas capazes de fortalecer o ambiente de negócios e estimular o desenvolvimento econômico.

“Estar na 65ª posição entre 70 países mostra que ainda enfrentamos desafios estruturais importantes. Quando o Brasil perde capacidade de competir, perde também oportunidades de atrair investimentos, gerar empregos e melhorar a renda da população.”

Segundo Santin, é preciso avançar em ações que reduzam a burocracia, ampliem a segurança jurídica e incentivem a inovação, criando condições para que empresas possam investir e crescer.

“O Brasil tem um enorme potencial, mas precisamos criar um ambiente de maior previsibilidade para quem empreende e produz. Com responsabilidade, planejamento e incentivo ao desenvolvimento, podemos recuperar a confiança dos investidores e colocar o país novamente em uma trajetória de crescimento.”

Para Santin Roveda, o diagnóstico apresentado pelo ranking deve ser encarado como um chamado à ação. O deputado defende reformas que fortaleçam a infraestrutura, valorizem a qualificação da mão de obra e aumentem a produtividade da economia, permitindo que o Brasil recupere espaço entre as economias mais competitivas do mundo.

Foto: Assessoria